terça-feira, 29 de novembro de 2011

Vida no computador “desumaniza” jovens

Esta cena aconteceu em algum lugar da Inglaterra: uma menina, adolescente, está na cozinha usando uma torradeira pela primeira vez. Ela pega as fatias de pão, olha indecisa para a torradeira por alguns momentos, e pergunta ao pai: “É para colocar a fatia em retrato ou paisagem”? Esta história, descrita por uma jornalista britânica, mostra certo grau de influência da rotina computadorizada na vida das pessoas.


Esta jornalista, Susan Greenfield, sustenta a tese da “adaptabilidade” dos computadores. Segundo ela, quando passamos muito tempo em frente ao monitor, nossas ações vão se adaptando gradualmente ao modo de vida computadorizado. Até chegar ao ponto, por exemplo, de imaginar que a torradeira funciona como uma impressora.
Susan defende que nosso cérebro é altamente suscetível. Ela explica que a tecnologia, depois de tanta evolução, ganhou um status de capacidade e indispensabilidade, que inverte uma ordem básica. O usuário da tecnologia não se sente mais dominador dos meios que usa. Ao invés disso, se deixa conduzir pelos computadores, depositam sua confiança nele quanto à resolução de problemas. E isso tira parte de nossa autonomia em outros fatores da vida.
Os efeitos mais nocivos dessa transformação, de acordo com Susan, são verificados em crianças. Ela cita um estudo da Universidade Xidian, na China, que aponta a chance de haver danos cerebrais notáveis em jovens que se tornam viciados em internet. Um único estudo, como explica a jornalista, não é suficiente para provar nada, mas ela pede que cientistas ampliem sua atenção para esse problema.
Mudanças de hábito, no entanto, são necessidades que Susan enxerga como urgentes. Não se pode, segundo ela, esperar 10 ou 20 anos para saber se as crianças viciadas em computador hoje terão realmente algum prejuízo psiquiátrico. Há estudos, nos EUA, para mostrar que a vida em frente ao monitor distorce a empatia e as habilidades sociais do adolescente.
Para ilustrar isso, Susan cita um caso horripilante. Recentemente, na Inglaterra, um jovem de 16 anos matou sua namorada, uma menina de 15, batendo nela com um pedaço de pedra. Tudo porque fez uma aposta com um amigo que prometeu pagar um café da manhã se ele matasse a garota. Depois de matar, o rapaz entrou no Facebook e escreveu que estava “relaxando” com os amigos.
A mãe da menina, depois da tragédia, contou que o namorado da filha já estava dando sinais de que pretendia matar a garota através do MSN Messenger, onde ele e os amigos combinaram a aposta da refeição por um assassinato. Segundo ela, o adolescente tratou tudo como se fosse um jogo eletrônico de computador. Ele agora foi condenado à prisão perpétua, mas teve tempo de usar o Facebook mais uma vez para dizer que será solto assim como Amanda Knox (americana que protagonizou um assassinato em 2007 e hoje está livre).
Diante desse panorama, Susan enxerga necessidade de medidas urgentes na relação entre jovens e computadores. Segundo ela, a ideia de que os jovens transferem sua vida virtual para a vida real (desde uma torradeira até um assassinato) não é uma possibilidade, mas um fato. Combater o problema, de acordo com a jornalista, requer medidas drásticas de controle sobre o uso de computadores.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Adolescência e Família - A difícil arte de adolescer


Adolescência 
A adolescência é uma fase evolutiva na vida do ser humano onde se busca uma nova forma de visão de si e do mundo; uma reedição de todo desenvolvimento infantil visando definir o caráter social, sexual, ideológico e vocacional.
Esse processo evolutivo ocorre dentro de um tempo individual e de forma pessoal em que o adolescente se vê envolvido com as manifestações de seus impulsos intuitivos exteriorizados através de suas condutas nem sempre aceitas como normais pela sociedade.
Podemos dizer que adolescência é sinônimo de crise, pois o adolescente, em busca de identidade adulta, passa para o período “turbulento” (variável segundo o seu ecossistema sócio-familiar).
Segundo a teoria kleiniana, essa fase poderia ser definida como correspondente à positiva elaboração da posição depressiva.
A esta crise, provocada pela ampla e profunda desestruturação em todos os níveis da personalidade, segue-se um processo de reestruturação, passando por ocasiões nas formas de exprimir-se ao longo dos anos.
O eixo central dessa reestruturação é o processo de elaboração dos lutos gerados pelas três perdas fundamentais desse período evolutivo:
1. Perda do corpo infantil:
Nessa fase, o adolescente vive com muita ansiedade as transformações corporais ocorridas a partir da puberdade, as quais exigem dele uma reformulação de seus mundos interno e externo. Muitas vezes, as restrições familiares e sociais para controlar esses impulsos ameaçam tanto o seu desenvolvimento que chega a causar retardo em seu crescimento e no aparecimento natural das funções sexuais próprias dessa fase.


2. Perda dos pais da infância:
Os pais, antes idealizados e supervalorizados, passam a ser alvo de críticas e questionamentos. Dessa forma, o adolescente busca figuras de identificação fora do âmbito familiar.
Nesta fase, se caracteriza a dependência/independência dos filhos em relação aos pais e vice-versa; é o momento em que o adolescente busca substituir muitos aspectos da sua identidade familiar por outra mais individual.
3. Perda da identidade e do papel sócio-familiar infantil:
Da relação de dependência natural do convívio da criança com os pais, segue-se uma confusão de papéis, pois o adolescente, não sendo mais criança e não sendo ainda um adulto, tem dificuldades em se definir nas diversas situações de sua cultura.
No caminho para a sua independência, sentindo-se ora inseguro, ora temeroso, busca o apoio do grupo, que tem importante função, pois facilita o distanciamento dos pais permitindo novas identificações.
Para atingir a fase adulta, o adolescente deverá fazer uma síntese de todas essas identificações desde a infância.
Essas perdas se elaboram realizando-se verdadeiros processos de luto, psicanaliticamente falando.
O adolescente exterioriza os seus conflitos e formas de elaboração de acordo com as suas possibilidades e as do seu meio, com as suas experiências psicofísicas, ocorrendo o que chamamos de “patologia normal da adolescência”. Para se compreender e lidar com adolescentes é fundamental que se conheça essa aparente “patologia”, chamada “Síndrome da Adolescência Normal”, com as seguintes características:
1. busca de si mesmo e da identidade adulta 
2. tendência grupal
3. necessidade de intelectualizar e fantasiar
4. crises religiosas
5. deslocação temporal
6. evolução sexual
7. atitudes sociais reivindicatórias
8. contradições sucessivas em todas as manifestações de conduta
9. separação progressiva dos pais
10. Constantes flutuações do humor e do estado de ânimo


O desconhecimento das mudanças que ocorrem no processo adolescer
1. atingir a adolescência; tornar-se adolescente. 
2. Crescer; desenvolverse.
3. Rejuvenescer, remoçar, juvenecer. 
(Novo Dicionário Básico da Língua
Portuguesa – Folha/Aurélio), implicará em dificuldades na relação do adolescente com a família, professores e profissionais, gerando situações de conflito. Observamos que os adolescentes assim como os seus familiares estão, na maioria das vezes, desinformados sobre as mudanças que ocorrem nesta fase, gerando, na maioria das vezes, conflitos na relação e dificuldades na convivência. Cabe aos profissionais da área da Saúde preencher essas lacunas com informação, orientação e, sobretudo, acolhimento.

“Amadurecer é um ato complicado... Perceber a hora de mudar é ainda mais
difícil, mas não tanto se encontramos uma certa figura capaz de abrir nossos olhos
e mostrar que as possibilidades de vida são ilimitadas...”
(encontrado no diário de uma menina de 12 anos)

Deus lhe conceda Sabedoria!!!
Seu Irmão em Cristo:
Elizeu França.
maprom2009@hotmail.com

"Envie-nos sua pergunta, crítica ou sugestão, Lembre-se este trabalho é feito por você."

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

ALERTA: Falso email da BMW anda circulando pelo Brasil

  ALERTA: Falso email da BMW anda circulando pelo Brasil 
CUIDADO. Leia abaixo e proteja-se dessa nova(?) armadilha.

Caros leitores, hoje recebi um email fraudulento dizendo se tratar de um prêmio que ganhei (sem participar de promoção alguma). Utilizaram a empresa BMW como carro chave para fazer você cair nessa.

Leia com atenção, o português está pessimamente escrito. A mensagem não tem nexo. Ninguém dá um prêmio assim à alguém do nada, simplesmente porque seu email foi um dos "selecionados". Até foi selecionado, mas não pra ganhar alguma coisa e sim para perder alguma coisa.

O EMAIL(do jeitinho que foi recebido):

Date: Mon, 20 Jun 2011 00:22:21 +0100

From: olle.strand@glocalnet.net

To: info1@bmwwinner.com

CC: info1@bmwwinner.com

Subject: Parabéns, você ganhou.



-- A empresa automobilística BMW Departamento de Promoção Internacional CONSCIÊNCIA Escritório de Londres, 24 Wilford Park, Londres, Reino Unido. SW1W 9LT Beneficiário querido Parabéns mais uma vez de todos os funcionários aqui. Para que não restem dúvidas, o seu endereço de e-mail acontecer de ser um dos e-mails escolhidos neste trimestre do nosso software java-baseado novo, que seleciona aleatoriamente endereços de e-mail a partir da web. Os participantes foram selecionados a partir dos endereços de e-mail registrado no servidor de chaves públicas - Index, ele foi elaborado a partir de um pool de mais de 125.000 nomes neste lote, os participantes foram levados da Europa, América, Ásia, Austrália, Nova Zea terra, Médio Oriente , partes da África, e América do Norte e América do Sul como parte de nossas promoções internacionais programadas realizadas para incentivar potenciais entradas no exterior e da utilização da internet. Portanto, a fim de verificar os seus ganhos, precisamos ganhar e seus dados pessoais para fins de registro e verificações.

Por favor, preencha de acordo, de modo a prosseguir com os seus ganhos.
Por favor, anexar uma fotografia tipo passe recentes
Para fácil identificação no ponto de pagamento (Opcional mas aconselhável)
Número de bilhetes: 15975357357344
Número de Série: PTYR-Y67546537
Número de referência: BMW/4R-654-65735
Montante ganho: 750.000,00 GRÃ-BRETANHA Libras Esterlinas CAR WON: BMW X6 Concept Car 2011 MODELO

1. Nome completo -----------------------------------
2. Título -----------------------------------------
3. Sexual ------------------------------------
4. IDADE ------------------------------------------------
5. Ocupação -----------------------------------
6. Numero de Telefone ------------------------
7. País apresentam ----------------------------
8. Sexo -------------------------------------------------
9. Fax [opcional] --------------------------------
10. E-mail. ------------------------------

Após a recepção dos dados devidamente solicitado, você receberá o contato informações do escritório de pagamento para efetuar a liberação do seu crédito da maneira que bem entenderem.

Tenha um bom dia.
Com Atenciosamente, Sr. Alex Jefferson
Tel: +447086465829
Email: alex-jefferson-bmw1@email.ch
BMW Reivindicações Agent


DIVULGUEM A TODOS SEUS CONTATOS!!!







ALERTA: Falso email da BMW anda circulando pelo Brasil

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Falar Gíria É Legal?

É permitido falar gíria? Ou deveria ser proibido ao cristão? Duvido que exista alguém que não fala nem um pouquinho de gíria. Concorda? E então, é pecado ou não é?

O sábio de coração é chamado prudente, e a doçura no falar aumenta o saber.
Provérbios 16:21
O que ama a pureza do coração e é grácil no falar terá por amigo o rei.
Provérbios 22:11
Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça no falar, é perfeito varão, capaz de refrear também todo o corpo.
Tiago 3:2

O que a Bíblia sempre nos aconselha é que sejamos prudentes em nosso falar. O modo como falamos é um testemunho muito forte. Mas cuidar-se no falar significa falar, ou não gírias?

Para entendermos melhor o que é uma gíria, vamos a um breve estudo etimológico do vocábulo:

A origem da palavra “gíria”, para muitos estudiosos ainda é obscura. Mas, segundo Corominas – no estudo étimo da língua espanhola, na expressão “jerga” como “linguagem especial, difícil de compreender” tem-se um ponto de partida. A partir disso, “jeringonza”, derivado do occitânico (língua dos trovadores, antigo provençal), apresenta a forma regressiva “xíriga” que de acordo com o autor chegou ao português como “gíria”.

Uma linguagem informal, caracterizada por um vocabulário rico em idiomatismos metafóricos, jocosos, elípticos, ágeis e mais efêmeros que os da língua tradicional. A gíria sempre tem uma história.

Muitas vezes parte de um dialeto usado por determinado grupo social:

a) Que busca destacar-se através de características particulares e marcas linguísticas. Nesse caso, a gíria pode ser tanto degradante(1) quanto inofensiva(2) . Vemos isso ocorrer com frequência entre os adolescentes. Essa faixa etária é perita em criar linguagens próprias. Mas estes representam apenas um exemplo dentre muitos como tribos radicais, “Funkeiros”, “Patricinhas”, “Bad Boys”, “Skatistas”, etc.

b) Que pretende não ser exatamente compreendido por outras classes sociais. Nesse caso costuma funcionar como mecanismo de coesão tribal ou como código interativo entre tais grupos. Pode ser até que essa codificação se caracterize numa habilidade para enganar ou obter vantagem, numa “esperteza” ou astúcia. Daí se originam as gírias de traficantes e usuários de drogas(3) , presidiários, máfias, etc.

c) Cujos componentes compartilham da satisfação de interagirem por meio de interesses comuns, e então passam a fazer ou criar gracejos linguísticos. Isso pode vir a ser uma linguagem própria daqueles que desempenham uma mesma função, arte(4) ou profissão, ou que pertençam a uma mesma organização(5) , clube, denominação, etc. Essa natureza de gíria nem sempre logra um sucesso que atinge a maioria usuária de um idioma.

d) Lida com interesses comuns, mas tem um vernáculo pobre de vocábulos que suficientemente lhes permita comunicar seus interesses com facilidade. Por vezes a gíria pode ser um linguajar rude, um calão ou mesmo uma deficiência no falar, por carência da norma culta(6) .

Em seu processo de formação, a gíria pode apresentar, em nível lexical, vocábulos novos com estrangeirismos(7) , em truncamentos, sufixação parasitária, acréscimo de sons ou sílabas à palavra, palavras usadas pela metade(8) , cacófatos, uso de certos códigos etc. A gíria também pode surgir de uma palavra inteira comum existente, que possui outro significado, mas que, para o grupo minoritário que a toma como jargão(9) , passa a ter outro sentido, ou apenas uma roupagem mais coloquial(10) . As gírias podem ainda, em sua origem, partir de figuras de linguagem que tenham significados muito degradantes, obscenos ou maldosos, mas, por sua popularização, perdem o significado original e tomam sentido mais aceito pela sociedade(11) .

Se o determinado grupo de identificação comum logra sucesso no uso de seu jargão(12) , tal “palavra” começa a ser usada por outras pessoas que, apesar de não se identificarem com aquele grupo, passam a usar o “termo” e este entra para a conversação informal praticada por um raio maior da sociedade, chegando a fazer parte de seu “dialeto” popular(13) . O que nos leva a compreender que a linguagem específica de grupos marginais pode estender-se a outros grupos sociais, e essa propagação pode expandir-se tanto a ponto de fazer com que o novo significado para o vocábulo, ou a nova palavra popularizada, passe a fazer parte de um vernáculo regionalista(14) ou entre para os principais dicionários de um idioma(15) . Ou ainda, com o tempo, pode extinguir-se(16) .

Percebemos que a questão principal não é a de ser aceitável ou não, o falar gíria. Isso porque é praticamente impossível escapar totalmente do uso dessa linguagem informal, uma vez que ela está tão permeada em nosso linguajar cotidiano, confundindo-se até mesmo com a forma tradicional de conversação.

O que se deve avaliar é o que está sendo transmitido pelas palavras. Ao falar, a comunicação está chegando até os receptores sem más interpretações? Aí entra o caso de Lucas 17. Seremos sempre responsáveis perante Deus se escandalizarmos nossos irmãos por ações ou palavras insensatas.

Não é porque pensamos que o uso de determinado termo é inofensivo, que vamos usá-lo.

Seja sábio no falar, assim como é o teu proceder!

Que Deus lhe conceda sabedoria.

domingo, 25 de setembro de 2011

‘Eu escolhi esperar’: namoro cristão

O movimento “Eu escolhi esperar”, que almeja conscientizar a abstinência sexual antes do casamento, ganhou destaque nas redes sociais do Brasil. Em apenas seis meses já conquistou quase 50 mil seguidores no Twitter.

A idéia foi desenvolvida pelo pastor Nelson Júnior – bacharel em Teologia pelo Instituto Bíblico das Assembleias de Deus do Espírito Santo – que concedeu entrevista exclusiva ao Verdade Gospel.

Verdade Gospel – Como surgiu a idéia desse movimento?

Nelson Júnior – Surgiu com a história da minha própria vida. Eu com 12 anos tomei essa decisão, de guardar-me para o casamento. Porém minha decisão não foi guardar só o meu corpo, no que diz respeito a casar virgem somente. Mas guardar além do corpo, o meu coração, os meus sentimentos. Eu não queria sofrer emocionalmente como a grande maioria dos jovens e adolescentes da minha época. Eu queria uma experiência nova, eu queria experimentar um relacionamento puro, verdadeiro e duradouro.

O assunto “vida sentimental” pode não ser o assunto mais importante a ser ensinando, mas é hora da igreja considerar urgentemente que é o assunto que mais faz sofrer na vida de adolescentes, jovens e muitos adultos.

Depois da decisão de aceitar Jesus, para mim, a segunda mais importante decisão é a pessoa com a qual vamos nos casar. Afinal, casamento é eterno.

Devido a grande demanda no tema surgiu a ideia de fazermos uma mobilização voltada para os cristãos, sejam eles adolescentes, jovens, casados e viúvos.

Verdade Gospel – Imaginava que a campanha chegaria ao sucesso que é hoje?

Nelson – Não imaginava essa repercussão. Porém só confirma para mim que o assunto precisa ser ensinado e abordado urgentemente. Costumo dizer que o “Eu Escolhi Esperar” fez sucesso como movimento não por causa de uma moda, mas por causa do tema. Existem milhares de jovens nessa nação que se posturaram, e essa mobilização “caiu como uma luva”.

Verdade Gospel - O senhor acredita que a maioria dos jovens evangélicos segue o princípio de se abster da relação sexual antes do casamento ou ainda é preciso investir muito para que essa prática seja mais conscientizada nas igrejas? Qual sua visão sobre a conduta dos jovens cristãos sobre a castidade?

Nelson – Em pesquisa recente e inédita no Brasil traçou o comportamento sexual do jovem cristão e revelou que mais de 60% dos jovens cristãos já tiveram relações sexuais mesmo depois de convertidos. Como pode? Todo jovem sabe que sexo fora do casamento está fora da vontade de Deus e é pecado. E por que praticam? Por causa da cultura. Eles sabem que não podem, mas não entenderam por que não pode. A igreja é na sua maioria moralista. Confundiu puritanismo com pureza. Essa mobilização tem uma proposta, trazer uma mudança de cultura. Confrontar a cultura mundana que está disfarçada dentro dos cristão e compartilhar a cultura do Reino de Deus. Nós começamos um trabalho visando os próximos 10, 20, 30 anos à frente. Os resultados virão a médio e longo prazo, creio nisso!

Verdade Gospel – Quais são seus ensinamentos para que os jovens consigam resistir às tentações e ter um namoro santo?

Nelson – Confronto hábitos, costumes e sofismas. Não trabalhamos no “Pode! Não pode!”. Trabalhamos com conceitos, valores bíblicos. Sexo não começa em cima de uma cama. Sexo começa na mente e no coração. Quando pararmos de tentar combater a doença e começarmos a trabalhar no foco dela, onde tudo começa, não vamos precisar lutar contra nossa natureza física, porque nossa natureza terrena (carne) estará mortificada para o velho homem e suas obras.

Verdade Gospel – Conte-nos curiosidades sobre o movimento, objetivos alcançados e quais os projetos futuros diante desse grande sucesso nas redes sociais? Existem outros projetos, sobre outros temas, que careçam dessa política de conscientização?

Nelson – Nesses 6 meses já fomos por várias vezes um dos assuntos mais falados do Brasil. No dia do sexo (06/09) a nossa mobilização no Twitter com a campanha #EsperarValeApena foi durante 24h o assunto mais comentado do Brasil no Twitter, que é a rede social mais acessada do país. Já fomos matérias em vários canais de noticias, chamamos a atenção dos não-cristãos.

Outra coisa muito interessante, o assunto virou tema de provas em escolas. Recebemos e-mails que o tema foi discutido em salas de aula dentro de universidades. Temos várias pessoas não cristãs que nos seguem e sempre escrevem agradecendo, dizendo que estão mudando de pensamento, vendo as coisas de uma forma diferente. Isso é uma mudança de cultura.

Verdade Gospel – Deixe uma mensagem para os jovens cristãos que namoram e querem fazer a vontade de Deus, se abstendo da relação sexual precoce.

Nelson – Minha mensagem para nossa geração, é que a vontade de Deus não é que sejamos virgens! Forte isso né? Pois é, em 1ª Tessalonissences 4:3-4 não diz: “esta é a vontade de Deus a nossa virgindade”. Diz que a vontade de Deus é a nossa inteira santificação! Deus quer muito mais que nossa virgindade, Deus nos quer por inteiro. Deus quer muito mais que partes do nosso corpo, Ele quer nosso corpo inteiro. Se casar virgem, não quer dizer que você está casando puro. Já pensou nisso? Comece a pensar.

A vida é feita de escolhas. Hoje você faz suas escolhas e amanhã suas escolhas fazem você. Quando você não escolhe, você já escolheu. Tudo chega com o tempo para aqueles que no Senhor, esperam. Vale a pena esperar por aquilo que será para sempre. Não troque o que é eterno, por aquilo que é passageiro. Deus tem um plano para todas as áreas da sua vida, inclusive emocional. Creia, viva e descubra!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

O Líder

Liderança é o processo de conduzir um grupo de pessoas, transformando-o numa equipe que gera resultados. É a habilidade de motivar e influenciar os liderados, de forma ética e positiva, para que contribuam voluntariamente e com entusiasmo para alcançarem os objetivos da equipe e da organização.


Assim, o líder diferencia-se do chefe, que é aquela pessoa encarregada por uma tarefa ou atividade de uma organização e que, para tal, comanda um grupo de pessoas, tendo autoridade de mandar e exigir obediência.


Para os gestores atuais, são necessárias não só as competências do chefe, mas principalmente as do líder.


O estudo da liderança


A natureza e o exercício da liderança tem sido objeto de estudo do homem ao longo da sua história. Bernard Bass (2007) argumenta que "desde sua infância, o estudo da história tem sido o estudo dos líderes - o quê e porquê eles fizeram o que fizeram".[1] A busca do ideal do líder também está presente no campo da filosofia. Platão, por exemplo, argumentava em A República que o regente precisava ser educado com a razão, descrevendo o seu ideal de "rei filósofo". Outros exemplos de filósofos que abordaram o tema são Confúcio e seu "rei sábio", bem como Tao e seu "líder servo".


Acadêmicos argumentam que a liderança como tema de pesquisa científica surgiu apenas depois da década de 1930 fora do campo da filosofia e da história. Com o passar do tempo, a pesquisa e a literatura sobre liderança evoluíram de teorias que descreviam traços e características pessoais dos líderes eficazes, passando por uma abordagem funcional básica que esboçava o que líderes eficazes deveriam fazer, e chegando a uma abordagem situacional ou contingencial, que propõe um estilo mais flexível, adaptativo para a liderança eficaz.[carece de fontes?]


Nos últimos anos, boa parte dessas pesquisas e obras têm sido criticadas por ser de escopo muito restrito, mais preocupada com a explicação dos comportamentos de líderes face a face com seus colaboradores, ao invés de examinar os líderes no contexto maior de suas organizações, prestando pouca atenção ao papel da liderança organizacional em termos do tratamento da mudança ambiental. É o processo de maior importância ao qual se deve fazer enfâse. [carece de fontes?]

[editar] Teorias


Segundo Chiavenato a Teoria das Relações Humanas constatou a influência da liderança sobre o comportamento das pessoas. Existem três principais teorias sobre a liderança:


* Traços da personalidade. Segundo esta teoria o líder possui características marcantes de personalidade que o qualificam para a função.

* Estilos de liderança. Esta teoria aponta três estilos de liderança: autocrática, democrática e liberal.

* Situações de liderança (teoria Contingencial:). Nesta teoria o líder pode assumir diferentes padrões de liderança de acordo com a situação e para cada um dos membros da sua equipe


Para Lacombe os líderes influenciam as pessoas graças ao seu poder, que pode ser o poder legítimo, obtido com o exercício de um cargo, poder de referência, em função das qualidades e do carisma do líder e poder do saber, exercido graças a conhecimentos que o líder detém.

[editar] Estilos de Liderança


* Liderança autocrática: Na Liderança autocrática o líder é focado apenas nas tarefas. Este tipo de liderança também é chamado de liderança autoritária ou diretiva. O líder toma decisões individuais, desconsiderando a opinião dos liderados. O líder determina as providências e as técnicas para a execução das tarefas, de modo imprevisível para o grupo. Além da tarefa que cada um deve executar, o líder determina ainda qual o seu companheiro de trabalho. O líder é dominador e pessoal nos elogios e nas críticas ao trabalho de cada membro.

* Liderança democrática: Chamada ainda de liderança participativa ou consultiva, este tipo de liderança é voltado para as pessoas e há participação dos liderados no processo decisório. Aqui as diretrizes são debatidas e decididas pelo grupo, estimulado e assistido pelo líder. O próprio grupo esboça as providências para atingir o alvo solicitando aconselhamento técnico ao líder quando necessário, passando este a sugerir duas ou mais alternativas para o grupo escolher. As tarefas ganham novas perspectivas com o debate. A divisão das tarefas fica ao critério do próprio grupo e cada membro pode escolher os seus próprios companheiros de trabalho. O líder procura ser um membro normal do grupo. Ele é objetivo e limita-se aos fatos nas suas críticas e elogios.

* Liderança liberal ou Laissez faire: Laissez-faire é a contração da expressão em língua francesa laissez faire, laissez aller, laissez passer, que significa literalmente "deixai fazer, deixai ir, deixai passar". Neste tipo de liderança as pessoas tem mais liberdade na execução dos seus projetos, indicando possivelmente uma equipe madura, auto dirigida e que não necessita de supervisão constante. Por outro lado, a Liderança liberal também pode ser indício de uma liderança negligente e fraca, onde o líder deixa passar falhas e erros sem corrigi-los.

* Liderança paternalista: O paternalismo é uma atrofia da Liderança, onde o Líder e sua equipe tem relações interpessoais similares às de pai e filho. A Liderança paternalista pode ser confortável para os liderados e evitar conflitos, mas não é o modelo adequado num relacionamento profissional, pois numa relação paternal, o mais importante para o pai é o filho, incondicionalmente. Já em uma relação profissional, o equilíbrio deve preponderar e os resultados a serem alcançados pela equipe são mais importantes do que um indivíduo.


Embora os estilos de liderança já tenham sido identificados anteriormente e designados com estes ou outros nomes aqui ficam outros estilos de liderança associados à relação causal entre cada estilo e os efeitos sobre o clima de trabalho e o desempenho:


* Estilo Visionário: Canaliza as pessoas para visões e sonhos partilhados. Tem um efeito muito positivo sobre o clima de trabalho. É apropriado para situações onde ocorra mudanças que exigem uma nova visão.


* Estilo Conselheiro: Relaciona os desejos das pessoas com os objetivos da organização. Ajuda um empregado a ser mais eficiente, melhorando as suas capacidades de longo prazo.


* Estilo Relacional: Cria harmonia melhorando o relacionamento entre as pessoas. Ideal para resolver e sarar conflitos num grupo; dar motivação em períodos difíceis; melhorar o relacionamento entre as pessoas.


* Estilo Pressionador: Atinge objetivos difíceis e estimulantes. Tem um efeito por vezes negativo sobre o clima de trabalho pois é frequentemente mal executado.


* Estilo Dirigista: Acalma os receios dando instruções claras em situações de emergência. É apropriado em situações de crise; para desencadear uma reviravolta na situação; com subordinados difíceis.


Estilo de liderança: sempre foi complexo, por estar diretamente condicionado com as reações do comportamento humano, mas é imprescindível que seja situacional, flexível e adaptado para os resultados que se pretende. O principal objetivo pretendido deve contar com as etapas do estilo autocrático, democratico e liberal levando em conta o receptor com as ações de auto-estima e afetividade (respeito ao liderar ). O estilo deve ser situacional devido ao aprimoramento contínuo de todo o ambiente de trabalho.

[editar] Liderança


A liderança é um tema importante para os gestores devido ao papel fundamental que os líderes representam na eficácia do grupo e da organização. Os líderes são responsáveis pelo sucesso ou fracasso da organização.Liderar não é uma tarefa simples. Pelo contrário. Liderança exige paciência, disciplina, humildade, respeito e compromisso, pois a organização é um ser vivo, dotado de colaboradores dos mais diferentes tipos. Liderar , de uma forma bem clara ,pode ser entendida como a gestão eficaz e eficiente das pessoas de uma equipe ,para que se atinja os objetivos propostos pela organização.


Entre os desafios apresentados pelo ambiente mutável, as organizações estão valorizando cada vez mais os gerentes que possuem habilidades de liderança. Qualquer pessoa que aspire a ser um gerente eficaz deve também se conscientizar de praticar e desenvolver suas habilidades de liderança.


Afinal, nascemos ou nos tornamos líderes?


[editar] Referências


* O que é a liderança? Artigo em Portal Gestão O que é a liderança?

* CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração: edição compacta. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000. ISBN 85-352-0677-9.

* LACOMBE, F.J.M.; Heilborn, G.L.J. Administração: princípios e tendências. São Paulo: Saraiva, 2003. ISBN 85-02-03788-9.

* BOWDITCH, James L. & BUONO, Anthony F. Elementos de comportamento organizacional. Título Original "A Primer on Organization Behavior". São Paulo: Editora Pioneira, 1992.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

O Celular e a Bíblia



O Celular e a Bíblia

















“O que aconteceria com o Evangelho no Brasil e no mundo se todos os cristãos tratassem a sua Bíblia da mesma maneira como tratam o seu celular?"
1. Que tal se você carregasse a sua Bíblia, o tempo todo, dentro da sua bolsa ou o seu bolso; ou ainda, dependurada, dentro de uma bolsinha, agarrada ao seu cinto?
2. Que tal abrir a sua Bíblia várias vezes ao dia?
3. Que tal voltar para buscar a sua Bíblia sempre que esquecê-la?
4. Que tal usar a sua Bíblia para receber mensagens de texto?
5. Que tal tratar a sua Bíblia como algo sem o qual não pode viver?
6. Que tal dar uma Bíblia de presente aos seus filhos?
7. Que tal usar a sua Bíblia quando estiver viajando?
8. Que tal usar a sua Bíblia em caso de emergência?
9. Que tal aprender a usar a sua Bíblia como faz com o celular?
10. Que tal carregar duas Bíblias, caso esqueça uma em algum lugar?
11. Que tal usar sua Bíblia no carro, andando pela rua, no restaurante, na escola, no shopping e até mesmo na igreja?
12. Que tal trocar de Bíblia o tempo todo por uma mais moderna e sem regatear o preço?
Talvez esses pensamentos o façam pensar: “Onde está minha Bíblia?"
Ah! Mais uma coisinha, diferente do seu celular, sua Bíblia nunca ficará desconectada, afinal Jesus já pagou a conta.

Você pode usar a sua Bíblia a vontade. E nunca haverá chamadas perdidas.
Talvez esses pensamentos o façam pensar quais são as suas prioridades.
Em Cristo

Dr. Silmar Coelho